FAÇA UMA REFLEXÃO!


Será que as ganâncias financeiras vedaram todos os olhos para uma realidade tão clara e aparente?


Antonio Nunes de Souza*

Não podemos deixar de acreditar, cada vez mais, com muita fé e esperança no nosso querido Deus!

Não sou, nunca fui e nem serei barata de sacristia, nem bajulador de pastores, mas, minha religiosidade sempre foi preservada com carinho e docilidade, dirigindo-me ao Espírito Santo diretamente, já que Ele é onipresente e está em todos os lugares e tem poderes para ouvir, diretamente, meus pedidos e minhas orações! 

Em alguns momentos, principalmente os de mais desesperos, nossa fé é balançada em função de ver as coisas grotescas e absurdas acontecerem e, sem que possamos entender, Ele não intercede para aliviar, pelo menos um pouquinho, a nossa “barra”!

Todavia, mais que depressa, voltamos a nossa crença e realidade que, depois de nos ter proporcionado o “livre arbítrio”, devemos nós cuidarmos de nossas vidas, prosperidades e continuidade das espécies!

E, infelizmente, não estamos nos preocupando com isso, tendo como pagamento, ou resposta, crises vexatórias de doenças, fome, violência, causando um sofrimento mundial em todos os setores de nossas vidas!

Será que as ganâncias financeiras vedaram todos os olhos para uma realidade tão clara e aparente?

Será que as pessoas se esqueceram dos seus descendentes que, mais tarde, enfrentarão problemas muitas vezes insolúveis?

Nos parece ser impossível, mas, infelizmente, é uma verdade nua e crua, comprovada cotidianamente.

Sejamos mais humanos, pois, foi para isso que Deus nos criou como uma espécie racional, nos dando inteligência e cérebro para que possamos separa o bem do mal!

Leiam, reflitam, passem um filme em suas mentes, veja onde você pode ajudar a mudar, colocando sua sensatez para funcionar, pois, não adiantar continuar com esses comportamentos fora dos padrões e, no futuro, sofrer as agruras do inferno, como já estamos sofrendo paulatinamente, através, principalmente, de doenças viróticas sem curas previstas!

 

Embora tenha muitas citações divinas, essa crônica é mais que verdadeira, baseando-se no comportamental humano, procurando, com todas as razões, minimizar os procedimentos condenáveis existentes!


*Escritor-Historiador-Membro da Academia Grapiúna de [email protected]ot.com